Ontem de madrugada eu terminei o processo de revisão do "Diário Póstumo de Charlotte". Eu não consegui apenas revisar algumas partes, mas eu substituí algumas coisas, e escrevi até parágrafos a mais. E ficou simplesmente mais lindinho. Estou bastante ansioso para ver os processos finais do livro. Eu tive de mudar alguns nomes de personagens, como a égua da mãe de Sophia, ela se chamava Magali, agora se chama Bree. É um nome que eu gosto.
Havia trechos em inglês, que após ler e reler acabei achando ridículo. E então eu fiz como minha titia Stephenie em seus livros, há trechos de músicas em seus livros, etc. E a editora traduziu e ficaram simplesmente lindos. E até deixaram alguns fãs daqueles grupos animados ao ver um trecho de sua música preferida no livro, mesmo em tradução. Bem foi isso que eu fiz. Mas claro que eu adaptei. E atrás, na última folha, vai uma playlist. Lá tem as músicas que tem em cada capítulo. Agora não estou mais inseguro, estou confiante. E eu consertei vários e vários erros que tinham ao longo da narrativa. Tinha erros de tempo, e ter um erro desses em um livro é algo absurdo. Bem ao meu ver agora não há erro nenhum.
Agora apenas mais uma revisão de alguém especializado no assunto e depois diagramação e hifenização. Nossa, estou muito ansioso para ver a capa. E por fim impressão.
O livro não vai ser muito grande, creio que são 210 páginas no máximo, ou mínimo, não o sei.
E também algo que eu não me atentei foi que ao longo do livro eu não expliquei o belíssimo poema que o abre. Que foi escrito por um poeta negligenciado, meu preferido. E que poucos o conhecem, bem não o conhecem como poeta. Mas se não eu vos apresento um grande amigo.
Poema a baixo:
A vida, amarga como fel.
A morte, doce como mel.
A vida, complicada.
A morte, simples.
Os vivos, fúteis.
Os mortos, etéreos.
Mas se este é o caso,
Por que existe o medo
de morrer?
Hideki Suzuki
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