terça-feira, 30 de abril de 2013

The Blindfold


I need to find a way to follow... I feel myself blind, without know for where I’m going, without know what I’m doing. I'm just walking alone. 

It was dark and I couldn't see anything, I can’t see any way. I just can feel the cold, the constant cold. I just can touch my frozen body. 
I’m alone in a dark tunnel, maybe looking for answer… Walking to the unknown. 
Maybe… I’m just searching for one piece of my old hot body. Looking for a hot hug to heal my frozen body. Confused. 
Oh I wish how I wish to have you in this rain’s night. Maybe you could give the answer of my questions and doubts. You could walk near me, and who knows? You could take my hand. I just this way I can feel you are real. 
Waiting… I could feel your hand touching mine. I just at that moment I felt you were perfect, and was there to me. I never felt so warm and safe at anywhere else. Just on your arms. Who is you perfect stranger? Why you make me so glad? 
“Please save me from the nothing I’ve become”. I murmured. 
“I’m here, just for you, hold my hand, and follow my. I’ll guide you home”. You whispered. 
And you push me into your arms and guided me to the exit of that tunnel. And at least, you took off my blindfold, and I could see heaven on this hell. I could see that the perfection exists. I touched your face, and knew; you were real and were there just to me. At the end of the tunnel had a bridge, and you guided me to the middle and kissed me, at the first time, and just at that moment I found the peace in your arms. And could see that exist life among the dark. 
You know… The world is perfect, but sometimes you are just with a blindfold. So take it off!

Winter

O frio cortante que bate em minha pele me traz a lembrança triste, daquela troca de olhares à primeira vista. Lembranças tristes de coisas não vívidas, a vida é uma solidão constante, pelo menos para mim, sempre é só, sempre é vazio. Fico afogado em sentimentos reprimidos, pensamentos oblíquos de um rosto específico... Hmm... quem é você? O que você quer de mim? Nossa...minha mente está oscilante, tão cansada da solidão a qual fora condenada, pela eternidade? Ou somente até os vermes consumirem toda a carne de meu corpo. Até que o cerne de meus ossos desapareça com o tempo... quanto tempo me resta? Anuncio que minha mente precisa de companhia, precisa de importar com alguém, querer fazer parte da vida de alguém, mas quem? Quem encararia uma mente tão conturbada e oscilante? Não sei... minha mente vaga em busca de companhia, posso não ser "a pessoa mais feliz do mundo", mas com toda a certeza, tenho felicidade, mesmo que pouca para compartilhar. E talvez quem sabe fazer alguém feliz, creio que não consiga, talvez não esteja escrito em meu destino fazer alguém feliz. Queria compartilhar minha felicidade, mesmo que pouca, contigo. Mas sou estúpido. Concordas? Deves! Tão estúpido que chegue a travar e estremecer no momento em que te vejo, incapaz de dizer um "Oi", minha boca se fecha, minha língua trava. É nessa hora, em que meu corpo e meus sentidos me abandonam, quando eu mais preciso.
O que sinto?
Não sei... não sei se é paixão, não sei se é encanto, não sei se é desejo. Mas lembro-me que no momento em que te encarei e me afoguei no mar castanho de teu olho eu sentia algo estranho. Hmm... CONFUSÃO! Minha mente perdeu-se nas feições de seu rosto. Ah não!... de novo? Eu conheço isso... Não, me recuso a acreditar. PLATONISMO!... é tudo apenas um desejo reprimido... que triste não? Aqui estou eu, incapaz de proferir uma palavra em tua direção. 

Ainda continuo esperando por seu toque, mesmo que nunca tenha o sentido. 
C. A. 

Dúvida do Dia: De volta ao nada?


Eu devo parar de esperar demasiado das pessoas, minhas expectativas imaginadas acabam comigo. Odeio isso. Hoje o dia foi um tédio, eu deveria ter dormido, mas não consegui, tava revisando meu conto, parece que vai ter um concurso e eu vou me inscrever, estou confiante, mas aí eu caio em contradição no que eu disse no começo do texto, "eu tenho que parar de esperar demasiado", é verdade, mas estou confiante, creio que confiança não seja esperar demasiado. Estava escutando Clarice Falcão, e ela é incrivelmente boa com suas letras "nonsense", eu as amo. Achei bem parecido comigo, com meu jeito "louco" de ser, mas como dizia meu professor de inglês "Todo gênio é esquisito", acho que isso é bom, o que achas? 
Hoje atualizei minhas páginas, mesmo sabendo que ninguém irá curti-las, já que sou quase-que-invisível na internet, sinto saudades da época que as pessoas me consideravam "algo", espera... existiu essa época? Creio que sou chato demais para as pessoas, por essa razão não tenho muitos amigos, mas deixa para lá, ninguém me entende, nem eu mesmo me entendo. Chego-me a questionar-me com várias coisas, até que inúteis, mas que não parecem inúteis para mim. Lembro-me da época que meu blog tinha muitas visualizações, e as pessoas comentavam, essa época acabou, voltei ao anonimato total, onde creio eu, não deveria ter saído. Estava lembrando-me dos sermões que o Guilherme me dera, mas cara... como não cometer erros de ortografia escrevendo 36 páginas em 7 horas? Diz ele que estou perdoado! Ótimo, Guilherme é meu revisor e consultor em termos literários, gosto disso nele, ele não tem pena alguma de ser chato quando necessário. 
Estou meio inseguro esses dias, mas ando com um humor ótimo, que até me assusta, mas creio que é por estar menos estressado e menos preocupado. Às vezes pego-me dando sorrisos bobos, mas depois questiono-me se aquilo é realmente certo. Ao meu ver? Não. 
Nesse exato momento eu estou com dúvidas tão enormes, que nem eu mesmo consigo responder. Como se eu tivesse as respostas para tudo, mas poxa... é algo sobre mim. Como não saber a resposta? Será se eu não me conheço o suficiente? 
Bem, fiquem ao som de Clarice Falcão, e boa noite, se você aí que está a ler esse post, eu só lhe digo uma coisa: Obrigado! Eu sinto que alguém me escuta, mesmo que não comente sobre, sinto que está me ouvindo.  Meu eterno obrigado! 

A felicidade é o caminho mais curto para a loucura. 
Jairo Sarfati

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Trecho de Wings: A Jornada de Bella.



[...] 

No outro dia pela manhã George fora a feira, trabalhar, Bella foi com ele, como de costume. Eles chegaram cedo, na cerração do pré-amanhecer e arrumaram a barraca, Nillo chegou logo depois que o sol nasceu. Bella não estava cansada ela estava mais disposta do que nunca. Atendia os clientes com um lindo sorriso no rosto, ela encantava a todos com sua simpatia e beleza, ela possuía muita beleza para uma menina tão nova e tão pequena.
Já era meio dia quando quase todas as frutas haviam sido vendidas, George considerava Bella seu amuleto da sorte, pois todas as vezes que ele a levava para a feira ele vendia todo o carregamento. Bella sentia-se feliz por estar na hora de voltar para casa para o almoço.
De repetente uma movimentação se iniciou na feira, guardas foram abrindo caminho em direção à banca onde George estava, ao ver aquilo ele entrou em uma onda de pavor. Bella não estava entendendo nada. Atrás dos guardas vinham a mulher e o padre Miguel com sua bíblia em baixo do braço.
— É ele, vossa santidade, — a mulher apontou o dedo para George, cuspindo àquela acusação. O padre olhou com cara de repreensão para ele.
— O que está acontecendo pai? — perguntou Bella.
— Nada minha filha. Nada, fique calma.
— Senhor Bernard, está mulher lhe acusa de alquimia e de bruxaria. Ela alega que em sua casa existem porções de bruxaria. Venha conosco, vamos tirar essa história a limpo.
Naquele momento Bella sabia o que estava acontecendo. Ela sabia o que iria acontecer se a acusação fosse confirmada, ela entrou em pânico ao escutar aquilo e num ato de coragem ela disse:
— Meu pai não fez nada.
O padre olhou em direção a menina com uma expressão de desprezo.
— Não lhe ensinaram que o lugar de uma mulher é ficar calada? Não tens direito de falar nada, menina mal criada.
Uma onda de fúria, medo e tristeza invadiu o coração da menina. Ela estava quase fora de si, mas havia sido repreendida veemente. Então tinha que permanecer calada, mas em seu interior ela queria começar a gritar. E a questionar. Mas quando ia abrir a boca seu pai murmurou:
— Fica em silêncio, filha. Vai ficar tudo bem. — ele mentiu um sorriso para ela, na tentativa inútil de acalmá-la.
Ela não havia acreditado naquele sorriso, em sua cabeça infantil ela tentava pensar em uma saída para aquilo, mas não conseguia. Ela estava em pânico. Naquele momento ela se lembrou da história do rei bondoso, e que o rei havia sido escolhido por Deus, mas se o próprio Deus havia escolhido seus líderes, por que aquilo estava acontecendo? Se for tudo mentira?
Os guardas levaram os dois até uma carruagem, segurando George pelas mãos para ele não fugir. As pessoas ao redor olhavam com repreensão e com um sentimento de dúvida pairando no ar. A prostituta, a acusadora, também fora dentro da carruagem em direção à fazenda de George.
— Pai, me diz, você vai morrer? — mesmo que ela houvesse sido mandada ficar em silêncio, ela não conseguia, ela chorava, ela questionava. Ela estava desesperada em busca de uma saída.
— Vai ficar tudo bem, filha. — dizia ele. Mas ela não acreditava.
— Não, não vai, pai eu estou com medo, — ela chorava, enquanto abraçava seu pai.
— Calada menina, volte para seu lugar, — ordenou o guarda. Seu pai estava algemado como um criminoso. E ela estava sendo mantida como uma criança muda, não podia falar.
O caminho para sua fazenda nunca fora tão longo, na mente de Bella vinha à lembrança do homem que ela havia visto morrer naquele dia. Mas ela não queria que o destino de seu pai fosse o mesmo. Ela rezava todas as orações que sua mão havia ensinado-a e torcia que todas aquelas acusações fossem removidas e que fossem falsas. George não derramou lágrima alguma, ele estava absorto em suas orações, e queria passar segurança à sua filha, que já estava demasiada desesperada. Era novamente inútil, nada naquele momento faria com que Bella parasse de chorar.
Mas uma hora eles deviam chegar ao destino esperado, eram duas da tarde quando eles já avistaram a entrada da fazenda. Anabelle que estendia roupas no varal começou a correr em direção à entrada, Joseph dormia seu sono da tarde, sem saber o que estava acontecendo. Os cavalos pararam e padre Miguel foi o primeiro a descer.
— Que ventos o traz à nossa humilde fazenda, padre?
Ao ver seu marido descer acorrentado da carruagem, a mulher que ele havia ajudado e sua filha, ela já sabia o que estava acontecendo.
— Meu deus, — sussurrou ela. Ela sabia que seu marido estava recebendo a forte repreensão da santa inquisição.
— Seu marido está sendo acusado de Bruxaria, você sabia disso? — perguntou o padre.
Anabelle deteve-se em suas palavras, ela iria dizer: Não é bruxaria, é medicina. Mas fora interrompida ao ouvir deu marido falar:
— Ela não sabe de nada, — disse ele, se ela fosse complacente ela morreria também, ele não queria aquilo. — Ela não sabe de nada, — repetiu.
— Santo Deus, George, o que irá acontecer? — ela começou a chorar. Bella correu em direção a sua mãe, — minha filha.
As duas trocaram um demorado abraço, quando Anabelle foi em direção a George para abraçá-lo os guardas a detiveram. Anabelle começou a orar pelo marido, pedindo que ele não fosse morto. Bella a acompanhou.
— Agora diga-me: Onde você viu a alquimia desse bruxo? — questionou o padre à mulher.
Ela apontou para o galpão onde ficavam as porções. Todos foram até o galpão, chegando lá o padre deu de cara com todas as porções, o padre começou a rir. Bella nunca havia visto aquele lugar em sua vida, mas ela sabia que seu pai não era um bruxo, e sim homem bondoso que ajudava às pessoas, e não uma pessoa que rogava a maldade e a maldição, como os padres diziam que os bruxos faziam. Mas para Bella, sendo bruxo ou não, não merecia a morte, ninguém merecia a morte.
— E ainda ousa dizer que é inocente. Vamos, terás seu julgamento. — E eles saíram do galpão voltando para as carruagens, os guardas detiveram as duas, impedindo-as de dar um último abraço.
Bella e Anabelle sabia que naquele momento perderia ele, mas Bella não queria que aquilo acontecesse. Ela não achava certo, mas sabia que em sua condição de criança não poderia fazer nada. Antes de entrar na carruagem George dissera:
— Adeus, — com uma lágrima brotando em seu olhar.
Aquela era a certeza de que nunca mais o veria. Aquilo cortava o coração das duas, que continuavam a chorar. Quando os guardas partiram Bella correu para dentro de casa, chorando em seu travesseiro, sua mãe estava demasiada triste, mas tentava ser forte para consolar a filha. Por um momento Bella sentiu-se morta, igualmente ao que aconteceria com seu pai. Ela imaginava como iria acontecer, e como, ela tinha material mais do que suficiente, ela já vira um homem morrer.
Então uma ideia atingiu sua mente de forma abrupta, ela saiu dos braços de sua mãe e correu até o estábulo, sua mãe correu atrás dela. Mas por ser mais velha não conseguia acompanhar o pique de uma criança. Bella pegou um cavalo e selou-o.
 — Bella, não! Bella, não! Bellaaaaa, não! — sua mãe gritava entre os soluços de seu choro, era em vão a menina estava decidida, iria atrás de seu pai em seu cavalo, ela chorava.
— Adeus, mãe, — sussurrou baixinho com lágrimas em seus olhos.
Anabelle não podia lidar com a perda de dois entes queridos, lidar com apenas um já estava sendo difícil. Mas Bella, a sua Isabella não havia dado-lhe ouvidos.
O cavalo estava tão rápido, mais rápido que os pensamentos fúnebres de Bella, ela tentava afastar de sua mente o pensamento da morte de seu pai, mas ela não conseguia, era mais forte do que ela. Ela orava, pedia a quem quer que fosse que regesse o mundo para que salvasse seu pai. Por favor, Deus, por favor. Eram suas preces.

Na cidade seu pai estava amarrado em um toco de pau, a lenha já havia sido posta. E o padre ainda estava preparando seu sermão, colocando o hábito abrindo a bíblia ele começou:
— O mundo anda em tempos sombrios, onde aqueles que não buscam a fé em Cristo, acabam procurando fé em coisas obscuras, ao desconhecido, ao Chifrudo. Mas se é que isso pode ser chamado de fé, meus caros, a fé só existe em Cristo vivo e em Cristo ressuscitado. Tudo que é desconhecido é tentação do demônio, é prática satânica. Pessoas que pensam que podem brincar de ser Deus; criar vida, criar cura, apenas Deus dá a vida e apenas Deus cura.
A população olhava para George com pena, ele sempre fora um bom homem para todos, mas ninguém se opunha, eles não queriam morrer.
— Falsos profetas viram, pregando sua fé e seus dogmas, mas nessa terra somente uma fé existe. É a fé em cristo vivo. Hoje este homem é acusado de brincar de alquimia, e vejam meus caros, a acusação é verdadeira, porções feitas com um livro de magia para curar enfermos, isso é obra do satã. E sua pena é a morte. Para que ele não propague a sua alquimia satânica. Eu lhe concedo o perdão, em nome do pai, do filho e do espírito santo.
A tocha foi lançada em direção às lenhas, o fogo havia se iniciado, mas naquele momento o céu estava carregado, ficara escuro. Aquela era a resposta para as orações de sua filha, da estrelinha. De repente iniciara-se uma chuva forte no vilarejo, apagando a fogueira, após apagada a chuva cessou. Ela estava salvo?
— Vejam meus caros, a que ponto a magia chegou, agora essa criatura consegue manipular o clima, a que ponto a magia chegou, manipular as coisas de Deus. Vende-o, se esta criatura olhar para o céu novamente não conseguirá acabar com essa alma imunda.
Mas a lenha estava molhada, era impossível fazê-la pegar fogo. George fora vendado.

Bella cavalgava sobre a chuva, sem medo de nada, ela tinha que salvar seu pai, ou ao menos tentar. Ela já estava chegando na cidade, quando ouviu os boatos de que o bruxo havia feito chover apenas para não morrer, e naquele momento ela sabia que seu pai ainda estava vivo. Correndo em direção à praça, contornando a multidão. Ela desceu do cavalo e contornou com seus bracinhos miúdos a multidão que estava ao redor da praça. Ao ver seu pai ainda vivo deu-lhe uma pontada de alívio, mas não o suficiente. Ele estava vendado, ele não podia vê-la.
A afiada guilhotina seria seu destino, sua morte viria dela. Uma onda de pavor invadiu o corpo de Bella, quando ela avançou em direção a seu pai.
— Pai, não! Pai, não! Paaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai! — O guarda a detivera. — Eu te amo pai, — gritou ela. O guarda apertava seus pulsos cada vez mais.
Ela observou seu pai dar o último sorriso antes da morte eminente, ao ver a sua cabeça sendo posicionada no apoio quando a navalha ceifou fora a cabeça de seu pai. A pior dor em seu peito, o pior momento de sua vida, cada gota de sangue ali derramada era como se uma faca fosse enfiada em seu peito. Ela estava perdendo seu pai, era a cena mais traumatizante que uma criança poderia ver. Lágrimas não eram suficientes para aliviar àquela dor. Nada naquele momento seria suficiente, ela havia perdido a pessoa que ela mais amava. E então ela fora lembrada do último abraço que haviam trocado, enquanto ele dizia: Está tudo bem, vai ficar tudo bem. 

                                                       [...] 

Wings: A jornada de Bella, páginas 20 - 26
Jairo Sarfati

domingo, 28 de abril de 2013

Agradecimentos: Diário Póstumo de Charlotte

Minha enorme gratidão a:
Meus pais, Jairo e Gecilandia, por todo o amor e apoio dado para essa obra, por terem me tornado o que eu sou hoje. Ao meu Padrinho, Vicente, por ter nos ajudado quando precisamos.
Meu melhor amigo Allan. Ully, Ray e Hideki, vocês foram essenciais para esse livro. Mariana, você foi extraordinariamente necessária. Carol², Sarah, Diana, Caio, Ananda, Vitória, Lilly (minha Sophia), Alice, Josieldo, Luana, Yara, Junior, Régia, Renata, Heitor e Máyra. Vocês estiveram ao meu lado em minha caminhada, obrigado.
Um parágrafo para o Guilherme, que leu desde o meu primeiro texto até a construção da obra, talvez seja meu fã número um. Ele não tinha pena de me mandar reescrever um capítulo quando não estava bom.
Meus professores, coordenadoras e diretores, vocês me ajudaram e muito.
Em especial Flávia e Flaviana, que viram o meu potencial e mandaram investir no mesmo, quem sabe essa obra nunca houvesse sido escrita se vocês não tivesse me dado o primeiro incentivo.
Minha tia, Ana Angélica, que me ensinou a ler, ela teve o papel mais que essencial, pois sem ela esse livro nunca teria existido.
Rodrigo, meu primo, meus tios que me apoiaram e que ficaram ansiosos pelo livro, bem... aqui está, espero que tenham gostado.
E por último, e claro, mais importante, você leitor, que adquiriu esse livro. Esse livro exigiu muito de mim, mas cada página foi feita pensando em vocês.
“Don’t forget, all the good things, come to an end, but the dead, could not be the end to a history. It could be just the start! For me, it was where I begun.”
— Mary Charlotte.
Obrigado!
Jairo Sarfati.

EXTRA! EXTRA! Autor termina conto inspirado em rosto misterioso.

Quando eu fiz a postagem de ontem eu só tinha escrito a primeira linha, mas já tinha toda a história em mente. Bem eu comecei a escrever a meia noite (28) e então parei umas 2 da manhã. Voltando apenas a escrever às 17 do mesmos dia. Então na teoria eu comecei e terminei esse conto hoje. Estou me sentindo uma máquina de escrever, é certo que: NÃO SÃO 2 OU 3 PÁGINAS, SÃO 36. Tudo isso escrito em sete horas com direito a pausa para comer de meia hora e a pausa do cafezinho sagrado que me mantem acordado e sem sono. Estou me sentindo bem orgulhoso, sei lá, foi apenas um conto, mas faz um tempo que eu não escrevo algo assim. Algo com começo, meio e fim com direito a clímax de cena que faz você chorar. Eu acho que em algumas cenas pessoas irão chorar, pois eu chorei escrevendo. São lindas e tristes. Meu trabalho, e em pouco tempo. Não sei, algo me motivava a escrever, e eu fiquei feliz com esse incentivo, enquanto pensava no rosto misterioso, seria isso minha inspiração? Deixa para lá eu escrevi, vamos comemorar. Agora eu não sei algo útil que eu possa fazer com esse conto. Mas vou atrás! 


Bem, eu me orgulho de cada uma destas páginas, porque eu sinto que foi uma evolução para mim, pois, além de ser uma narrativa em terceira pessoa, ainda foi uma narrativa feita em 7 horas. Quem me conhece sabe a dificuldade que eu tenho de manter narrativas em terceira pessoa, tanto que cheguei a desistir de um livro apenas por não conseguir duas páginas em terceira pessoa, mas depois comecei a escrevê-lo de novo, e olha! Hoje ele vai ser publicado e é um livro em primeira pessoa. Então hoje eu quebrei minha dificuldade com terceira pessoa e me superei por escrever tudo isso em apenas 7 horas. Não poderia ser um conto infantil, pois tem umas partes meio triste, mas quem sabe? Queria arranjar alguém disposto a ler e dar opinião! 
Vamos aos agradecimentos pela minha EVOLUÇÃO, nossa... me senti um pokémon agora. Eu agradeço em primeiro lugar ao anjo da minha história que me deixou curioso em saber sua história, depois a Marion Zimmer, que a Deusa à tenha. Por ter me inspirado com As Brumas de Avalon a escrever em terceira pessoa de forma rica e com uma linguagem linda. Obrigadinho Marion! E por último ao rosto misterioso por me inspirar! Obrigado galerinha! 
Tá é meio besta, mas eu estou super orgulhoso de mim mesmo. 


You can! You can! Believe you can!
Jairo Sarfati

sábado, 27 de abril de 2013

EXTRA! EXTRA: Rosto misterioso inspira autor a escrever um conto! EXTRA! EXTRA!



Hoje o dia foi muito bom, embora eu tenha me frustrado com algumas coisas, mas isso é apenas para aprender a não criar tantas expectativas de algo. Tive curso, foi muito legal, tivemos um jogo para colocar palavras em um tabuleiro com "Time", palavras em inglês, eu ganhei o jogo com 90 pontos, fiquei muito feliz, eu sou novo na turma, e até me ajustar e fazer amizades vai levar um tempo, talvez não. Eles me pareceram bem amigáveis e alegres. Por ser o primeiro dia eu me senti como se pertencesse à turma há séculos. Me frustrei por ter estranhas expectativas, mas não se cumpriram, mas quem sabe um dia? Melhor não criar expectativas. Há essa altura do texto você deve estar se perguntando: Por que diabos tem essa foto bem em cima? Bem já respondo. Deixe-me falar meu dia. Quase lá... Queria ser corajoso e dizer ao menos um "Oi", mas eu travo. Tenho que ser menos tímido. Quando cheguei em casa comecei a escrever uma história que estava martelando em minha cabeça. Na verdade eu espero fazer um conto de 34 páginas, é... eu realmente espero que eu consiga. Mas vou ter que acrescentar muitas coisas antes de ir direto ao ponto. Vai ser interessante eu prometo. Bem a capa desse conto é o que está à cima. Meu novo pseudônimo foi reduzido, a apenas Jairo Sarfati. O "Junior" pode ir na biografia. Bem o conto é algo relacionado ao meu livro. Que eu pretendo, ou não, publicar. Não sei, se alguém, ou algo, vá se interessar por esse conto. É uma história paralela, bem comovente e até que triste, é uma narrativa em terceira pessoa. Sim, eu sei que nunca fui além de 5 páginas com um terceira pessoa, mas, eu vou conseguir! Estou decidido e animado, tenho toda a história na minha mente, inclusive o contexto histórico. Pois ela se passa na época das inquisições. Mariana disse que por eu escrever e ler muitas coisas antigas não terei problema com a linguagem. Mas eu descrevi um nascimento, foi um desafio e tanto, eu escrevi um parto em relação aos filmes que eu vi. Nunca vi um parto por conta da minha fobia por sangue. Mas eu estou gostando disse, Guilherme disse que estava bem escrito, vindo do Guilherme é um elogio e tanto, ele não costuma se impressionar muito fácil e não costuma lançar elogios à toa sem necessário. Bem, eu sinto que estou evoluindo na qualidade do meu texto, bem, agora voltei ao hábito de ler, creio que é isso. Lendo em terceira pessoa fica bem mais fácil escrever. Agora de noite mamãe me mandou sushi, me incentivando a escrever com sushi,gente assim eu me acostumo!  
Estavam deliciosos, agora parei um pouco de escrever o conto, pois estou um pouco com sono, mas vou continuar com as minhas pesquisas de contexto histórico, pensando no "Oi" que eu não disse e lembrando um certo rosto que não sai de minha mente. 

À baixo um pouco sobre o conto: 

Em Wings: A Jornada de Bella, conta a história do anjo de Charlotte, de como ele chegou àquela função e àquela idade. O anjo de Charlotte nada mais é do que uma menina da 7 anos de idade, que exerce a função de anjo da guarda, nesse conto vou retratar sua jornada desde o nascimento até sua morte e sua jornada em outra vida para conseguir alcançar seu par de asas. Mas o que acarretou sua morte? Por que ela seria escolhida para ser anjo da guarda? Bem... essas perguntas serão respondidas nesse conto. 

PS: Espero conseguir pelo menos 34 páginas de texto apenas nesse conto, estou pensando em algo relacionado ao rosto misterioso e ao "oi" não dito, então creio que vai ser interessante. 

Couting the days to meet you on the other side, I'll always been waiting!
Jairo Sarfati.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Marion Zimmer e suas quatro faces.

Hoje vim falar sobre "As Brumas de Avalon" de Marion Zimmer Bradley. Primeiramente gostaria de dizer os motivos que me levaram a ler esse livro. Eu comecei a lê-lo, pois estava estou escrevendo um livro relacionado ao assunto mágica. O nome do livro é "A Chave da Magia", eu comecei a lê-lo para entender mais sobre a antiga religião, os antigos costumes, e sobre a roda do ano, como os ritos de Beltane e Samhain. Pois o livro retrata muito bem ele. 
Meu personagens preferidos são Viviane, Merlim, Morgana e Igraine. Eu sou fascinado pela história da Ilha Sagrada de Avalon e os conhecimentos escondidos nas brumas, o tão conhecido Reino das Fadas. 
A história retrata o conto do Rei Artur pelos "olhos" das mulheres essenciais. As quatro faces da deusa. Morgana, Igraine, Guinevere e a quarta face ainda não sei, não terminei todos os livros. Apenas li o Senhora da Magia, que é o primeiro livro. Ando meio sem tempo, e vergonhosamente; ando com um pouco de preguiça. Mas está salvo que: Eu estava escrevendo muito esses dias, revisando meu livro, etc. Bem, voltando. Morgana é filha de Igraine, e irmã de Artur. 
O livro começa com uma profecia que a mãe de Morgana dará à luz ao novo Rei, aquele que unirá os reinos, difundindo as duas religiões da época, o cristianismo e a religião da grande mãe. Que os cristãos diziam ser coisa do diabo. 
P.S.: Eu posso contar a história toda, se for relacionada ao filme, não li todos os quatro livros ainda. 

O livro não é bem aceito por muita pessoas, causa certa polêmica pela crítica contra o Cristianismo, mas enfim, cada um com suas crenças. Naquela época isso era mais do que comum, pois o povo sempre fora politeísta, tornassem monoteísta da noite pro dia, seria exigir demais. Então se você olhar no contexto histórico e não no seu olhar religioso, não será uma crítica. O livro é bem intrigante, e deixa você bem curioso sobre alguns fatos, e assuntos, e realmente precisou de um grande contexto histórico com mapas, etc. 
Bem continuando, a questão é; Igraine é casada com o duque da Cornualha, mas acaba se encantando por Uther Pendragon, o sucessor do Rei após a morte do antigo. Igraine havia casado-se à força com o duque, e não por amor, ela não conseguia dar-lhe um filho e sim deu-lhe uma filha, Morgana. 
Igraine tem uma crise conjugal com Gourlois (acho que é assim que se escreve), mas antes disso ela tem uma visão que seu marido iria morrer. Ter visões involuntárias é um dos dons que as meninas treinadas ao sacerdócio da ilha sagrada tem (as filhas da ilha sagrada). Acontece que seu marido morre, como dizia a visão e ela acaba desposando com o novo rei, dando-lhe um filho, como dizia a profecia. Seu nome: Artur Pendragon, o futuro rei da Bretanha. Com o tempo, Morgana e Artur são levados para terem um treinamento com o povo da ilha sagrada, Artur com Merlim e Morgana com Viviane. Como o foco é Morgana, então o livro é o treinamento da mesma para tornar-se Senhora da Magia. 
Bem o resto você tem que ler, assistir apenas o filme não conta, o filme cortou muitas coisas. Afinal, era adaptação de 4 livros, como ser fiel?
Meio nada a ver, mas eu resolvi postar a possível capa do meu próximo livro, vou postar aqui no blog o prólogo, ver se deixo algumas pessoas intrigadas a querer saber o resto, mas digo que a história está muito boa. Claro que, estou sendo modesto. Espero que tenho achado bonitinha e convidativa a pseudo-capa do livro. 

Allan deve ser um rei, ele é um príncipe, mas deve ser um rei, rei dos bruxos, o escolhido. 
Jairo Sarfati.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Você conhece a minha história?

Não quero comover ninguém, nem muito menos fazer com que você fique revoltado ou algo do gênero, se bem que é algo que ninguém realmente iria fazer. Resolvi contar um pouco da minha história, pois ela de forma direta me fez começar a escrever. Meus problemas começam em minha infância solitária, nunca tive muitos amigos, sempre fui isolado. Eu achava amizade em objetos, assim como Charlotte, eu conversava com amigos imaginários, lembro-me até hoje que minha amiga imaginária tinha os cabelos pretos e uma mecha azul-turquesa. Pele extremamente branca e com olhos policromados. Bem... Lexi era minha única, e verdadeira amiga. Meu gosto por contar histórias surgiu em minha infância, quando eu ficava imaginando várias e várias aventuras com a Lexi. Além de contar histórias para o nada. Eu tinha apenas 7 anos, afinal. Dessa forma permaneceu por um bom tempo... Na escola eu não tinha praticamente nenhum amigo, as pessoas não se esforçavam muito para falar comigo, por ter 7 anos eu achava que aquilo era normal. Então com o tempo me acostumei. Com oito anos eu comecei a fazer amizades maravilhosas, amizades com os personagens de livros, lembro-me que o Menino de Asas foi meu primeiro amigo nesse meio. Explicando minha fascinação por anjos. Interações com pessoas da minha idade, e "amigos" eram apenas com meus primos, que eu comemorava e pulava de alegria ao vê-los nos finais de semana. Pegava revista em quadrinhos e ficava lendo para eles, e, então, eu não contava mais histórias para amigos imaginários e sim "amigos" de verdade, eu coloco entre parênteses, pois por serem minha família não é bem classificado como amigos. 
Quando foi na quarta série eu mudei de escola, minha vida estava um caos, eu detestava aquele lugar. Sempre usava preto, ou verde, ou cores escuras, eram minhas cores de uso diário. Chegava cedo participava das aulas. Parece perfeito? Claro que não. Meus "colegas" de classe sempre me apelidavam. Eu nunca cheguei a criar laços de amizades. Sempre fui taxado como feio, gordo, estranho, maluco e "cabeçudo". Aquilo me entristecia, e cada vez mais ficava difícil conviver com aquilo, os anos foram se passando, mais e mais, logo já estava no nono ano, quando nada melhorou. Nunca era escolhido primeiro para nada, nunca era reconhecido por nada, não tinha atenção de ninguém. Exceto quando era para xingar, aí todos me davam atenção. 
Eu nunca levantava minha mão para opinar para algo, pois sempre era ridicularizado, sempre guardei minhas opiniões e pensamentos para mim. Até começar a frequentar eventos de Animes, eu sofria bullying na escola por frequentar esse tipo de evento. "É coisa do demônio!", "É coisa de criança boba!", "Quando vai crescer, cabeção?". Eram essas as coisas que eu mais escutava, mas eu não ligava. Nesses eventos foi onde eu finalmente fiz amizades verdadeiras, amizades que ficariam comigo até os dias atuais. Pessoas que gostavam das mesmas coisas que eu, e que tinham uma história parecida. Ótimo, me sentia entendido e adorado, por alguns em poucos tempos, mas infelizmente aqueles eventos só eram duas vezes ao ano. 
Eu nunca era chamado para aniversários, e nunca tinha amigos para chamar para meu aniversário, que horrível. Chegou um período em que todos deveriam escrever redações sobre suas férias e ler para toda a sala. Minha redação foi vaiada, e alguns termos foram usados como zombaria por um bom tempo. Eu nunca havia sido tão humilhado em minha vida. 
Ensino médio, olha que legal? As coisas vão melhorar! NÃO MESMO. As coisas ficavam apenas pior, apelidos, xingamentos e certas humilhações. As pessoas me usavam como tapete, sempre pisavam em mim, descontavam suas raivas, eu aguentava calado, sem reclamar. Nunca fui de reclamar. Foi nesse ano em que eu conheci duas pessoas que mudariam minha vida para sempre. Essas duas pessoas foram Allan e Diana. O Allan eu nunca havia o visto pessoalmente, mas todos os dias eu conversava horas e horas com ele pelas redes sociais. Ele era um ótimo amigo e ouvinte. Diana, é minha amiga no cosplay, ela era um doce de pessoa e eu a adorava. Era a pessoa a qual eu procurava para falar de tudo. Ela me chamou para ser aniversário, que foi ótimo. Era a primeira festa de aniversário de um amigo de verdade que eu ia em minha vida. Foi uma das melhores noites da minha vida. Eu fiz novas amizades, Loana, Renata, Will, Sarah, Carol e Cleiviane. E algum tempo depois conheci Guilherme e Alice. 
Nesse período de minha vida eu me sentia um sem talento, não que eu tenha algum ainda, mas eu não havia descoberto algo que eu pudesse ser bom. Quando eu escrevi meu primeiro poema e mostrei para o Gui, ele simplesmente adorou e me incentivou a continuar. Ele era a pessoa mais inteligente que eu conhecia, em minha opinião. Desde então eu escrevo, e ele sempre lê tudo o que eu faço. 
No segundo ano Médio, fizeram uma lista de meninos mais "feios" da sala, e eu fui colocado em segundo lugar. Nunca havia me sentido pior, aquilo acabou com toda a autoestima que eu não tinha. Foi daí que eu comecei a escrever "O Starling", Renata minha estrelinha me dava forças e me fazia sorrir, ela e o Allan. Foi nessa época da minha vida que tudo melhorou, eu fiz vários e vários amigos, comecei a ter uma "vida-social" como ir ao cinema com amigos, ir a restaurantes, passar horas conversando com as pessoas. Isso era ótimo. Mas minha autoestima não estava nada legal, eu não me alimentava direito, chegando a perder 9 quilos em dois meses. Eu nunca havia emagrecido tanto. Me tornei complexado, com complexos de peso e aparência. Eu literalmente não gostava de mim. Mas vários e vários amigos me ajudaram com isso. 
Aí nesse momento novamente que entra Lexi e Sophia em minha vida, uma menina que do nada entrou em minha vida, seu nome é Vitória Passos, ela era idêntica a minha amiga imaginária da infância! Aquilo me assustava, mas como diz ela: "Quem sabe eu não seja a mesma da sua infância, só que agora que resolvi aparecer", e eu acredito nisso. Sophia, é minha Lilly, que mesmo com seus problemas de baixa autoestima, é linda e é fantástica. Ela me inspirou a fazer a escrever a Sophia. 
Bem, minha vida melhorou consideravelmente depois dessas amizades, Ully era a pessoa que mais acreditava em mim, Hideki o cara que nunca me deixava desistir. Hoje, tudo está "bem", mas ainda continuo a sofrer Bullying, por enquanto eu não abandonar aquele inferno, nada vai melhorar. Mas eu já não aguento calado, eu tenho amigos para quem desabafar, especialmente a Ray, que é a pessoa que eu ligo às duas da manhã, às vezes chorando até-sem-razão. 
Pessoas me perguntam: Por que você é tão carinhoso com todos? 
Simples, porque eu sou assim, e eu gosto de cativar as pessoas com o meu melhor, seja legal comigo e eu vou ser legal com você. 

Don't give up!
J. J. Sarfati

domingo, 21 de abril de 2013

10 Inspirações na música.

Eu me inspiro para escrever em música e em arte em geral, filmes, e filosofias aleatórias. Mas existe coisa mais filosófica do que música? Claro que não! Bem... nesse post eu vou falar das minhas inspirações no meio musical e o que elas me influenciam. Espero que gostem. 
Adele Adkins

 1. Adele Adkins, ela é simplesmente a melhor cantora e compositora que eu já vi em toda a minha vida. Eu a conheci na época do seu CD 19, eu era apaixonado por Chasing Pavements, e a paixão aumentou quando ela lançou o álbum 21, que até hoje é meu CD preferido e meu número da sorte, ela foi uma das minhas inspirações para escrever, eu escrevi meu primeiro poema inspirado nela. Bem, eu imagino a minha Charlotte parecida com ela, embora Adele seja linda ela era taxada como feia por muitos apenas por seu peso, mas Charlotte é assim. Um pouco da história de vida dela é a da minha personagem. 

Amy Lee

2. Amy Lee, ela ocupa a posição número dois, por ter simplesmente uma das vozes mais fantásticas e lindas que eu já escutei. Suas letras de músicas são sinceras e são as melhores para escutar em momentos tristes. Ela ensina o mais profundo do amor e o mais profundo da dor. Além de seu estilo inspirador e voz fantástica. Eu conheci Evanescence na época que eles haviam acabado de lançar My Immortal que é uma das minhas músicas preferidas. Mas a música de verdade que eu amo da banda é The Change, tudo muda, mas você deve ser acostumar às mudanças. Evanescence me inspira mais a escrever do que outros cantores, para quem viu a setlist do meu livro viu que quase todas as músicas são da banda. Mas música alguma retrata melhor o amor e a dor de tal forma magnífica, além de Bring me to life ser a música que marca o melhor momento do livro, e o objeto central da narrativa. 
Eu já tive a oportunidade de ir ao show da banda, que foi simplesmente um dos melhores momentos da minha vida, vê-la pessoalmente mesmo que de longe. Ainda consigo lembrar muito bem a emoção daquele show e gostaria muito de reviver àquele dia. 
Demi Lovato

 3. Demi Lovato, ela tem uma história de vida muito comovente, e realmente não esconde isso, pois a tornou o que ela é hoje. Ela relata muito bem o Bullying que sofreu em seu tempo escolar por também ser acima do peso, além da automutilação, algo que comove a todos que escutam sua história. Charlotte sofre bullying, e isso, acompanhado das humilhações, tornam seus dias piores e sua vida pior, além da falta de amigos. Demi é uma ótima cantora, um de suas músicas foi para meu livro, Lightweight, na qual ela fala ser muito fraca e se iludir fácil. Uma das características de Charlotte, a ingenuidade. Eu conheci Demi Lovado na época de seu primeiro álbum; Don't Forget. Mas a minha música preferida dela é Give to your Heart a Break, mostrou um renascimento das cinzas e a mudança de menina para mulher. Tudo o que ela sofreu a tornou no que ela é hoje. E ela ajuda muitas pessoas com sua história e com suas músicas, ajudando pessoas a serem mais corajosas a lutarem contra seus problemas ao invés de escondê-los debaixo do tapete. 

Lady Gaga. 

4. Lady Gaga, alguém melhor para mostrar que você nunca deve esconder quem você é? Não mesmo, ela é simplesmente uma ótima cantora e compositora, que incentiva às pessoas a investirem em si mesmas, acreditar em seus sonhos e acreditar que se você correr atrás eles se tornarão realidade. Ela afirma em seus shows que acredita em todas as pessoas, ela é bem motivadora. É aquele incentivo que você precisa ter, quando ninguém mais acredita que você é capaz, e às vezes até você mesmo está descrente de seus talentos e habilidades. Lady Gaga sofreu bullying em sua época de escola, chegou a ser jogada em uma lata de lixo, e olha onde ela chegou hoje? Existe exemplo melhor de superação? Claro que não. 
Minha música preferida da Gaga é Yoü and I. É um pouco romântica, mas nada muito meloso, gosto da batida e da letra. Acho meio sem sentido, mas é isso que ela provoca nas pessoas; metáforas, eu fiz meu anjo pensando nela. Alguém bem metafórico que quase ninguém entende, mas quando é decifrado se mostra algo lindo. Ela é uma linda, e tem uma história de vida muito comovente, além de ter grande superação. Como diria ela: "Acredite em você, você é um motherfuck capaz de fazer isso."
HyoYeon
 5. HyoYeon, a sul-coreana, mas linda na minha opinião. Ela é uma dançarina e até que cantora. Embora seja meio negligenciada na parte de cantora. Mas na dança ela se destaca sendo a melhor dançarina que eu já vi em minha vida. Além de ter uma beleza admirável. Ela nunca foi considera "a mais bonita" entre as nove meninas de seu grupo, mas na minha opinião ela é a mais bonita. Ela me inspirou a escrever um poema sobre coisas fofas e sobre dança, ela me inspira com sua dança. Eu escrevi Sophia pensando nela, em sua beleza significativa além do belo corpo, exceto pelos traços coreanos em seu rosto, afinal, Sophia é Inglesa. Mas o corpo, cabelo, beleza e talentos são os mesmo, certo que o talento de Sophia é desenhar vestidos.  
HyoYeon entrou na minha vida quando eu estava meio triste, mas vê-la dançar me dava inspiração e me motivava a seguir em frente e escrever mais. Será sempre minhas Bias. 
Kesha Sebert
 6. Kesha Sebert, ela é uma ótima compositora, maluca, mas bem poética. Gosto das letras de suas músicas por me lembrar festa e me darem vontade de comemorar e dançar. Não conheço muito da história de vida dela, mas ela é uma ótima "festeira", minha música preferida dela é We r who we r, e definitivamente se eu fosse dar uma festa eu colocaria suas músicas no último volume, iria me levantar e dançar. 
Eu a uso como inspiração para escrever coisas mais agitadas, por exemplo festas e baladas de uma fanfic minha. Como por exemplo; The Other side, eu escrevi uma balada inspirada na música Cannibal dela. Bem animada. A minha melhor amiga ama essa fanfic, pois eu a escrevi bem animada e festiva, além de ela ser uma das personagens principais. 
Tarja Turunen
 7. Tarja Turunen, é simplesmente uma das vozes mais fantásticas que eu já escutei em toda a minha vida. Lembro-me que eu tenho arrepios ao escutar seus agudos líricos. Além de suas letras góticas inspiradoras e profundas, daquelas que fazem você refletir sobre sua filosofia de vida. Minha música preferida dela é Nemo, da época que ela ainda cantava com o grupo Nightwish, antes de seguir para carreira solo. Ela é tão linda quanto talentosa. 
Tarja me inspira com suas letras a escrever coisas fantásticas e de profunda reflexão, o momento em que ela entrou na minha vida me fez repensar tudo o que eu estava vivendo e tudo o que eu estava fazendo de errado, por essa razão uso Nemo para me descrever, pois sou apenas mais um perdido entre os perdidos, vivendo sem rumo e sem um coração como bussola. 
O momento em que sua música entra na narrativa é o momento em que Charlie olha para seu diário e começa a refletir com suas memórias de sua antiga vida, ela realmente reflete sobre o que aconteceu. Eu também amo Until My last Breath, que se encaixa perfeitamente na narrativa apenas com o título. 
Simone Simons
 8. Simone Simons, além de ser linda ela é um poço de talentos. Tem simplesmente uma voz maravilhosa, que me faz estremecer em sua música mais conhecida; Cry for the moon é impossível não se ter arrepios com um som épico destes, afinal o nome da banda é Epica. 
Simone me inspira com sua beleza, inspirado nela eu criei minha personagem secundária que está presente em toda a narrativa. A Nina, essa personagem é idêntica a ela. Ambas são lindas, e talentosas. 
Eu já usei uma de suas músicas para escrever um capítulo do meu livro, a letra da música me inspirou e caiu perfeitamente na narrativa. O nome da música é Storm The Sorrow, e é o que realmente Charlotte tem que fazer, ela tem que afastar o ódio de seu peito, se ela não o fizer ficaria com o coração cheio de ódio e rancor, por isso a música de encaixa perfeitamente. Afinal, uma das missões de Charlotte é o perdão. Nina terá um papel enorme na próxima narrativa se tornando uma das grandes estrelas, espero que gostem. Terá mais Epica no próximo livro. 
Tiffany Hawang
 9. Tiffany Hawang, ela é americana, mas foi para a Coréia do Sul aos 15 anos em busca de seus sonhos. Algo mais inspirador? Ela correu atrás de seus sonhos e conseguiu, sendo capaz, ela é altamente inteligente e talentosa, tanto canta quanto dança, além de ser fluente em vários idiomas, que inteligente não? Sua voz me inspira a escrever, pois é doce e leve, canta tanto hits animados quanto hits lentos, e isso é ótimo. Ela é membra oficial da minha setlist, e pertence ao mesmo grupo que HyoYeon (5). 
Tiffany entrou na minha vida no momento em que eu estava meio triste e cansado de tudo, eu a conheci no meio musical quando a vi cantando Umbrella, e comecei a acompanhá-la em sua carreira. Eu já escrevi uma fanfic na qual ela era a grande narradora, cheguei a publicar aqui no blog Um conto Taeny
Algum tempo depois ela cantou uma música da Adele(1), o que me fez surtar e soltar gritos de fanboy. Rolling in the Deep ficou magnífico em sua voz. Eu espero um dia escrevê-la novamente e poder narrar pela visão dela, agora que eu a conheço melhor e sei um pouco de sua personalidade. 
Lea Michele
10. Lea Michele, eu a deixei por último, pois simplesmente tenho muito a falar dela. Primeiramente o sobrenome no meu pseudônimo vem de seu nome, que é Lea Michele Sarfati. Eu sou muito fã dela, em sua luta contra os maus tratos aos animais e seus projetos sociais e por fim, por seus papéis na Broadway. Ela me inspirou entrando em minha vida na forma de Rachel, a menina que sempre tenta ajudar, mas acaba estragando tudo. Mas aquela que sempre luta por seus sonhos por maior que seja. E que consegue com muito esforço realizá-los, eu me inspirei na personagem para correr atrás de meus sonhos e de outras coisas que ainda pretendo conquistar. 
Uma das músicas que ela cantou, chamada; Get it right, descreve minha vida de uma forma como nada nunca havia descrito. Eu sempre tentei ajudar, mas acabei fazendo uma bagunça de tudo. Eu comecei a escrever inspirado em Rachel, ela tinha sua voz como talento e eu me sentia sem talento algum. Até que minha professora disse que eu era bom escrevendo, e exatamente como com a Rachel foi o professor que viu o potencial e ela investiu no mesmo. E eu a segui como exemplo, e para ter um pouco se seu talento e exemplo eu adotei seu sobrenome como meu pseudônimo, além de ser vegetariano igual a ela, mas no caso ela é Vegan
Ela já sofreu bullying, ela já foi taxada como feia e até sem talento, mas ela chegou aonde chegou, pois acreditou em seus sonhos e lutou em busca deles. Obrigado, Lea! Eu a escrevi como personagem principal do meu primeiro livro, o qual ninguém ainda leu nem um mínimo pedaço. 

Então pessoal, é isso, eu me inspiro com essas mulheres cantoras, espero que vocês tenham gostado. 

E que a música seja a filosofia do mundo moderno!
J. J. Sarfati

Sonhos

Hoje, terminei tudo o que a editora me pediu, ainda bem. Mas ainda fico inseguro e ansioso. Embora eu tenha a imaginação de um escritor eu não consigo imaginar como irá ficar a capa do livro, e muito menos o catatau que ele terá. A ansiedade está acabando comigo, eu já revirei todos os meus livros da estante vendo o catatau e fazendo contagem de linhas de páginas. COISA DE LOUCO! Bem... Agosto está muito próximo. Hoje eu tirei o dia para atualizar meu Scoob e coisas pendentes. Além de usar o twitter, a Carolina Munhóz me respondeu no twitter, eu fico tão feliz com isso. Afinal, sou mega fã dela. Espero realmente que um dia eu possa conhecê-la pessoalmente, espero que ela venha para a Bienal do Livro da minha cidade, seria formidável ela autografar meus livros. 
Uma vez eu tive um sonho com ela, não sei muito bem o que meus sonhos significam, mas eu sonhei que estava entregando um exemplar do meu livro a ela. Foi meio estranho, pois mesmo que eu estivesse entregando eu não conseguia ver a capa, apenas a primeira página e ao lado estava com meu autógrafo. Nossa... como se MEU autógrafo valesse algo nesse mundo. A continuação do sonho era que ela lia meu livro e gostava da história... bem surreal. Mas seria formidável se chegasse a ser verdade. 
Queria saber o que os sonhos significam... 
Agora lembrei do sonho que a Leidya teve, outro sonho que eu queria que fosse real. Eu acredito que sonhos podem se tornar realidade, afinal, há dois meses atrás eu estava escrevendo para várias editoras, e recebi a resposta de uma, que queria publicar minha história, e fiquei chorando feito bobo durante muito tempo. O mesmo choro quando eu vi que a Munhóz postou em seu blog pessoal as resenhas de seus livros que eu fiz. Poxa, sou muito fã dela. Eu acho a história de vida dela muito parecida com a minha, de verdade. Afinal, parte da minha vida escolar foi escrita no meu livro, na verdade a maior parte dela. 


Juro que comecei a chorar quando vi isso compartilhado em seu blog. Ela realmente mostrou o que eu havia dito anteriormente, a simpatia e o fato de se importar com os fãs. 
Obrigado, Carolina Munhóz das Fadas. 
Ontem eu estava desocupado e então resolvi brincar com as fontes com meu livro. E fiz algo interessante, é certo que; não será essa as fontes que a Editora irá usar. Mas ainda continuo ansioso para saber como será a capa. 

Acreditem nos seus sonhos!
J. J. Sarfati. 

sábado, 20 de abril de 2013

Twitter

Bem criei um twitter para ter um contato a mais com meus fãs e amigos. Nossa, me senti agora: meus fãs. Será se eu tenho algum? Talvez não. Mas enfim... Criei um twitter, você que segue o Blog segue lá também, dá uma olhada! 
Obrigado desde já, 
J. J. Sarfati

Stephenie Meyer e seus Aliens.

Sem mais delongas nesse post falarei sobre um dos meus livros preferidos da Stephenie Meyer. E falarei sobre ela também. Uma das coisas que eu mais gosto nessa autora é a linha filosófica, tudo dela é muito filosófico, e para os mais atentos os "outros universos" de A Hospedeira, são os universos das cores de das essências, isso te lembra o quê? Claro que nosso amigo, filósofo, Platão. Eu sou apaixonado por Filosofia, e por essa razão eu amo este livro. Sem mais delongas começarei a falar sobre ele.
Stephenie Meyer, 39.
Stephenie Meyer, é simplesmente uma ótima escritora, a forma detalhista que ela dá às coisas é ótima, eu simplesmente sou apaixonado pelas narrativas em primeira pessoa dela. Ela dá tanta riqueza em detalhes que chegam a ser tão ricas quanto as narrativas em terceira pessoa. Ela é formada em Literatura, mas, ao meu ver, usa da Filosofia como sua grande arma em seus livros. A narrativa de Crepúsculo é ótima, e eu simplesmente sou apaixonado pela Saga. Que não é de longe a melhor história de vampiros, mas é um ótimo Romance Romântico, claro que; Edward e Bella não são o casal tão perfeito assim, mas eles se completam. 
Ela é altamente criativa, mas como já disse em uma entrevista: "Eu não gosto de criar vilões, bem eu os crio, mas no final eles convertem-se ao lado do bem", essa é a ideia principal, mas não com essas palavras, pode ter sido diferente, mas dá para ter uma ideia. Mas algo que me chama atenção em suas narrativas é a forma de prender a atenção do leitor e controlar o fluxo de informações ao longo dela, mas algo que eu não gosto é quando ela me faz ter uma expectativa para o final e acaba tendo um desfecho completamente diferente. Chega a ser frustrante, às vezes. 
Eu fui apresentado à essa escritora fantástica pela minha madrasta, que me comprou um exemplar de Crepúsculo, eu leio suas narrativas tanto no idioma original (Inglês) quando na versão traduzida. Tenho todos os livro já lançados por elas, e diga-se de passagem, sou um fã roxo. 
A Hospedeira, 2008. 
Sem mais delongas, falarei sobre o livro A Hospedeira, o livro conta a história de Melanie Stryder, que a princípio pensa ser a última mulher do mundo. O mundo havia sido invadido por uma raça alienígena chamadas de Almas, que ocupavam os corpos humanos. O mundo nunca fora tão perfeito, sem violência, sem fome, sem sede e sem problemas políticos, era uma sociedade perfeita. Literalmente "A Paz Mundial", mas lógico que aquilo tinha que ser inumano, afinal, as almas habitavam os corpos "matando" os seres humanos que nele habitavam. Melanie acaba sendo capturada e uma alma é inserida em seu corpo, a nossa Peg; Peregrina ou Wanda de Wanderer no original. Mas por algum motivo Peg não consegue ser dona 100% do corpo, Melanie não morreu, ela continua viva nos pensamentos de Peg. O conflito acontece quando a Buscadora, a nossa "vilã" da história vê que Peg está tendo problemas com a sua Hospedeira, Peg acaba fugindo sendo guiada pelos pensamentos de Melanie, que acaba levando-a a colônia de Humanos, Melanie não era a última mulher da terra como ela pensava. Ela é tratada como uma prisioneira, até conseguir prova a todos que Melanie continua viva, Peg escapa da morte enésimas vezes, pois os humanos que habitavam a colônia queriam porque queriam matá-la. Mas o tio de Melanie, Jeb, líder da colônia, não permite que eles toquem um dedo sequer nela. Ótimo, salva de um perigo. 
Mas o perigo maior é seu desejo de amor, ela ainda era apaixonada por Jared, o antigo romance de Melanie, a história passa a ser um Triângulo amoroso com dois corpos. Jamie, o irmão de Melanie é simplesmente o personagem-mais-doce-e-amável da narrativa. Ele é um dos primeiros a perceber que Melanie ainda vivia dentro de Peg. 
Já não bastando a paixão dela por Jared. Peg, a alma, se apaixona por Ian, um humano da colônia. Ele era um dos poucos que era gentil com ela, mesmo ela sendo tratada por eles como um "monstro". 
Finalmente depois de muito esforço ela é aceita na colônia, participando assiduamente das expedições em busca de alimentos e outras coisas, por ser uma alma ela podia entrar e sair onde quisesse com o alimento e medicamento que quisesse. Sem levantar qualquer suspeita. 
O clímax da história se dá com a descoberta da Buscadora, ela acaba descobrindo a colônia, mas é detida, pelos humanos. Tarde demais, ela havia matado um humano. Peg acaba ensinando aos humanos a como retirar as almas dos corpos sem matá-las, enviando-as para planetas distantes. Os planetas do livro são, na minha opinião, inspirados nas teorias e linhas filosóficas de Platão. Ela ensina isso aos humanos, pois eles queriam matar a Buscadora, e para a alegria deles, a humana que aquela alma habitava ainda vivia. Após isso Peg decide deixar o corpo de Melanie, mas como os humanos não queria que isso acontecesse após sua partida Peg é inserida em um corpo cuja a mente não despertava, ela trouxe aquele corpo de volta à vida e não roubou uma vida. 
Minha expectativas para o final seria um confronto entre humanos e aliens, mas eu gostei do final. mesmo terminando meio que "sem sentido". Mas de acordo com relatos que eu li a história terá mais dois livros posteriores. "A Alma" e "A Buscadora", espero que seja verdadeiro os relatos. 
Amanhecer, 2008
Outro livro muito filosófico de Stephenie é Amanhecer, um dos melhores livros que já li. Eu o li mais de dez vezes, é simplesmente um dos meus preferidos. 
Eu gostaria que o final tivesse acontecido o confronto entre os Volturi e os vampiros que estavam ao lado dos Cullens, seria ótimo e perfeito. Lógico que eu queria que a vitória fosse dos Cullens, e que eles se tornassem os soberanos entre os vampiros e pregassem a piedade e a compaixão. 

 Nota para a autora: 9,0. Ela precisa ser menos impiedosa com seus finais e se for para criar batalhas com morte que crie! 
Notas para A Hospedeira: 
Escrita: 10,0. O livro é de fato muito bem escrito. 
História: 10,0. Bem criativo, realmente um novo universo e a sociedade perfeita. 
Final: 8,0. Embora não tenha sido como em minhas expectativas eu adorei o final, mas ficou meio sem sentido. Mas eu a entendi, afinal, terá, provavelmente, uma continuação. 
Livros que eu amo dessa autora: Amanhecer e A Hospedeira. 
Ouvi dizer que ela está trabalhando em uma história com bruxos e cavaleiros, espero que seja verídico, eu irei adorar. 
"O mundo nunca fora tão perfeito!"
J. J. Sarfati