quarta-feira, 26 de junho de 2013

Feérica!

"Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!" Desculpem, mas não pude controlar o surto de fã ao ver essa capa. Eu estava muito ansioso para ver a capa do novo livro da linda-fada Carolina Munhóz, hoje ela postou em sua página pessoal do facebook a capa de Feérica (Clique no nome do livro e vá direto para o site da pré-venda do livro). E como toda história da Munhóz essa promete muito!

Todo escritor iniciante tem algum outro escritor em quem se inspirar e querer seguir os passos, como todos sabem eu sou "biased" pela Munhóz. Tão biased que minha própria mãe fica com ciúmes do carinho que eu tenho por ela. (Quem é essa fada que você tanto fala? Menino, você só sabe falar dela!) Mas poxa, mãe, é minha escritora preferida! Enfim. 
É... eu estou mais do que ansioso para ler o livro e resenhá-lo aqui. Você que acompanha meu blog está careca de saber, que ela escreve com a temática das fadas, etc. E escreve magnificamente bem! 

A capa de Feérica já mostra muito da história e já me deixa mais e mais curioso. Bem, assim que eu comprar o livro e lê-lo eu vou resenhá-lo aqui (Ou provavelmente no site novo, estou me mudando em alguns dias, espero!). 
A última postagem que fiz sobre os livros dela, foi um sucesso, vários amigos que me perguntam qual livro eles devem ler, eu recomendo "Leia a Munhóz!", além deles terem amado as resenhas feitas aqui e o conto que escrevi inspirado nela, da forma como eu imaginei como ela escreveu O inverno das fadas. Esse livro com toda a certeza do mundo vai ser um best seller como os demais. E eu ouvi boatos que o livro será o primeiro de uma saga! Espero realmente que seja, pois quando eu acabar essa história vou ficar ansioso para ler outra! 

Sinopse do livro: 

E se uma fada se revelasse em um reality show?
Violet Lashian tem apenas um objetivo: ser famosa em seu mundo. Mas quem nunca se seduziu por esse pensamento?
Ignorada pelas fadas de uma sociedade que preza a padronização, a jovem de cabelos roxos decide abandonar seu sofrimento em busca de um lugar entre as estrelas de Hollywood. 
Bastidores de reality shows. Festas badaladas. Encontros amorosos com jovens milionários. Entrevistas em rede mundial. Fama instantânea, dinheiro e poder. De repente, a feérica se vê cercada pela realidade com que sempre sonhou. Mas será que Violet é capaz de manter a pureza de sua raça mágica em um mundo corrompido pelo deslumbre material? E quais seriam as reais consequências de sua revelação para a existência oculta de seu povo? 

Você descobrirá tudo isso e muito mais nos próximos capítulos deste livro.

Os dias de lançamento foram anunciados também em sua página pessoal do facebook: 

14/jul, 17h: Saraiva Rio Sul - RIO DE JANEIRO 
27/Jul, 17h: FNAC Paulista - SÃO PAULO
28/jul,17: Leitura do Dom Pedro - CAMPINAS. 

Como todo bom fã, eu gostaria que tivesse algum evento de lançamento aqui em Fortaleza, já que em São Paulo e Rio de Janeiro não são tão acessíveis para mim. 
Bem pessoal, espero que vocês tenham gostado desse post, estou bem animado com o livro, e desejo à Carolina muita sorte e sucesso! 

De um grande fã,
Jairo Sarfati

terça-feira, 25 de junho de 2013

Citação


"Eu queria que todo o meu conhecimento fosse útil, para conseguir um coração a quem eu pudesse recitar, cada verso que em meu peito guardo."
SARFATI, Jairo.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A Chave da Magia - Yule

YULE
Retornamos para a casa; o sol estava quase se pondo. Victoria levou-me até seus aposentos e, de dentro de um porta joias, tirou um cordão lindo. Era um cordão dourado com um pingente em formato de uma asa. O cordão que Victoria havia pegado tinha um rubi vermelho incrustado. 
A noite estava ficando mais intensa; a lua estava a fio no céu. Era Yule. Descemos as escadas, e a criada chegou até Victoria: 
— Senhora, está na hora. — anunciou ela. A  que ela estava se referindo? Seria algum sabbat? 
— Eu sei, eu sei. Venha, acompanhe-me. 
Nós a seguimos até os fundos da casa. A criada trazia consigo uma cesta de palha nos braços que continha velas e material ritualístico. 
— O que ela irá fazer? — perguntei à criada. 
— Hoje é o solstício de inverno, Yule, ela irá fazer seu Sabbat. — respondeu. 
Aquela seria a primeira vez que eu veria Victoria fazendo um sabbat. Eu estava animado. Todos nós paramos em linha reta ao chegar ao quintal: Victoria havia lançado uma magia sobre sua casa que impedia que a neve caísse sobre seu quintal. Lá era um lugar mágico onde a neve não poderia tocar. 
— Observe! — Disse ela enquanto passava por mim. Ela ajoelhou-se sobre a grama, fazendo reverência ao chão. 
A criada saiu do meu lado e começou a distribuir os materiais ao seu redor. Fazendo um círculo com as velas amarelas, elas representavam o conhecimento e a justiça, o Deus que ali seria cultuado era Uller. Dois outros criados entraram com um caldeirão e o colocaram à frente de Victoria, em cima da pilha de lenha que lá havia. Em seguida, a criada colocou uma bandeja de prata sobre a bancada de pedra  suspensa pela magia executada por Victoria ao reverenciar o chão  que ficava perto do caldeirão. Ela ordenou que os criados nos deixassem a sós. A criada partiu e os demais partiram em direção à casa. 
— A noite está linda, não está, Allan? — Olhei para o céu enfeitiçado e ele estava limpo; em outros lugares a neve caía. A lua estava linda naquela noite. Aquele era realmente o solstício de inverno. 
— Existe algo que a Deusa faça que não seja lindo? — respondi com uma pergunta. Victoria riu. 
— Mantenha sua varinha nas mãos, Allan. 
Meneei a cabeça concordando.  
— Ó, Mãe, dê-me forças! — As velas acenderam-se e a lenha debaixo do caldeirão estava em chamas. Eu podia escutar apenas o estalar das brasas. 
Ela retirou da bainha de sua saia vermelha um punhal de prata e meneou-o pelo ar, controlando sua respiração. 
— Com esse punhal, eu inicio esse Sabbat. — O ritual havia começado. Eu sabia que naquele momento só seria ela e o Deus naquele lugar: os demais não teriam importância. 
Ela pegou umas pétalas de uma flor australiana chamada “sempre-viva” e triturou-as com a faca, despejando-as dentro do caldeirão que estava borbulhante. Depois acrescentou alguns ramos de alecrim, quebrando-os em pequenos pedaços e colocando um a um dentro do caldeirão. Erva-doce, cravo e pimenta branca também foram acrescentados à mistura. Eu não sabia que porção era aquela: talvez fosse apenas parte do Sabbat. Ela pegou o cálice de prata incrustado de pedras preciosas e despejou a cidra, cortando a maçã em pequenos pedaços e colocando os pedaços cortados dentro do cálice, com um pouco de uva. Aquele era o mesmo cálice que eu usei em meu Sabbat de Samhain. Ela bebeu um pouco da cidra.
— Adentre meu corpo, és teu sangue em mim, ó Deus! — ela acrescentou essência de sândalo na cidra, cuspiu dentro e despejou no caldeirão, mexendo-o com sua varinha. 
O caldeirão fervia, as velas queimavam em chama alta, como nunca antes. A lua a fio no céu fazia sua luz iluminar todos os lugares do quintal. Ela pegou o punhal que estava sobre a mesa de pedra e fez um pequeno corte na palma de sua mão, deixando o sangue escorrer no caldeirão.
 Depois, ela jogou um pouco de porção de cura que havíamos feito naquele dia sobre o ferimento, fazendo-o fechar, sem deixar cicatriz. 
— Esse é meu sangue, o sangue da minha família, o povo das bruxas. Sangue da velha Senhora da Magia e do Velho mago Celta. Grande Líder e grande Pai. Meus antepassados, minha linhagem, o sangreal que em mim corre. 
Um ritual feito com sangue era um ritual forte, um ritual feito com sangreal era capaz de grandes coisas. O sangreal era raro; apenas os nascidos em família real dos bruxos possuíam. Atualmente, apenas eu e Victoria tínhamos aquele sangue. O sangue era uma promessa: os bruxos nos seguiriam onde fosse. 
Ela pegou o cordão com o pingente de asa com rubi incrustado. Ele brilhava mais do que nunca: parecia que havia uma fogueira ardente dentro do rubi. Ela mergulhou o pingente no caldeirão fervente e retirou rapidamente, lançando logo em seguida uma magia no caldeirão. 
Ela colocou o pingente novamente. À medida que o pingente dançava dentro do caldeirão, as chamas das velas subiam, chegando a atingir o tamanho de uma pessoa adulta.
Aquele ritual era poderoso em demasia. 
— Ó Pai, proteja o bruxo que esse pingente portar! Proteja-o contra a magia negra, proteja-o contra o mal, proteja-o com meu sangue! Em nome da família Le Fey! Uller, eu sei que me escuta, atenda meu pedido! É isso que lhe peço, e está é minha oferenda a você! 
Ela tirou novamente de sua bainha uma enorme e suculenta maçã, ateou no caldeirão, fazendo com que a água evaporasse. As velas foram apagando-se uma a uma; o caldeirão apagou-se, sobrando apenas uma fumaça vermelha que subia aos céus. Victoria desmaiou sobre a grama. A criada passou por mim correndo. Eu também corri: eu queria ajudar Victoria. A criada parou-me com sua mão. 
— Não vá. Ela está bem. O ritual funcionou. 
Ela continuou em direção a Victoria, pegando o cordão que estava em sua mão. E voltou até mim. 
— Vamos, use isso. — ordenou ela. — São ordens da mestra. 
Ela andou para trás de mim colocando o cordão em meu pescoço. Quando ela fechou-o em meu pescoço, eu senti uma energia que nunca havia sentido antes. A criada deu um salto para longe quando minhas asas brancas abriram-se, rasgando minha camisa. Meu corpo ficou brilhante e começou a flutuar; a asa do pingente flutuava à minha frente. Eu sentia-me forte: sentia-me vivo, um verdadeiro bruxo, sentia-me como se houvesse acabado de receber uma benção dos deuses. Apenas com meu olhar acendi novamente as velas, fazendo Victoria despertar de seu desmaio. 
— Contemplem o príncipe dos bruxos, ele agora tem a benção dos Deuses para sua jornada. Ele irá salvar o mundo. 
—  Meu príncipe! — Bradou a criada fazendo reverência. 
Então aquele era meu fado: príncipe dos bruxos, príncipe da caída W.I.C.C.A., cuja missão seria reerguê-la. Aquilo estava escrito em meu destino, escrito nas estrelas. Eu deveria salvar minha mãe, e salvar o mundo de ficar envolto em magia negra.

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É muito triste ter que abandonar essa história, mas é a escolha sensata a se fazer. Espero que gostem. 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Never go Back

Estava tudo tão escuro, eu quase podia sentir as gotas de esperança abandonando meu corpo. Eu estava sozinho, no escuro. Eu sei o que está acontecendo, esse é o peso da solidão... o vazio... cada vez mais profundo....
E profundo.

Tudo estava bem, pelo menos parecia que estava. Até que, senti algo dentro no meu interior morrer. A morte de um sentimento, mas que tolo, alguém reclamar disso. É apenas um sentimento. Então eu fiquei absorto com os olhos fora de órbita. Eles vagavam em busca de alguma esperança. Mas como haver esperança nesse breu profundo e solitário? Não há! Não há saída, não há luz. Não há esperança.
Para que eu vivi? O que era respirar? Eu dei algum passo sem ti? Não sei. Eu estava mais e mais absorto observando minhas memórias, memórias tão amargas quanto o gosto de sangue que um dia eu senti pulsar em minhas veias. Agora não sinto. Apenas sinto a dor. O amor esquecido dói tanto quanto o sangue que corre por debaixo de um hematoma. Cada lembrança de um toque sublime é como se um novo hematoma rompesse minha pele.
Sabe aquelas horas absurdas em que sua vida passa toda diante dos seus olhos? E que você está quase convicto de que está morrendo? Cada acontecimento especial, cada momento feliz. E eu me pergunto, qual era a razão da minha existência? Por que vivi? E então uma chuva de memórias me diz que eu vivi para amar você. Então esse é meu fim? Vivi por ti, e estou aqui definhando por ti. Salve-se e não olhe para trás, não tenha pena de mim, minha alma não tem salvação. A sua ainda tem. Perdoe-me, eu ainda te amo.
O único mundo o qual conheci agora dorme sobre as ondas do mar agitado. Tão turbulento e conturbado quanto meus pensamentos.  Mas eu me lembro, e ó como sei, ainda há esperança. Se eu não morrer, volto a viver por você. Só não desiste de mim. Lembra que eu te disse? Eu prometi nunca desistir de você.
No vasto silêncio da solidão escuto algumas palavras “Eu não desisti de você, eu também te amo”, era minha imaginação? Ou era real?
 Agora eu sinto em meu coração, uma luz. O sentimento que eu achava que havia morrido, não morreu. E então uma forte rajada de luz rompeu aquela escuridão e ao abrir os olhos eu vi a face mais bela do mundo. Eu pude saber na hora que não estava morto, pois eu já conhecia aquela face, mesmo que me lembrasse do rosto de criaturas angelicais.
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Tentei passar um pouco da letra da música Never Go Back da banda Evanescence. Bem, como eu disse, eu tentei. Mas espero que vocês tenham gostado, a música fala muito do amor e do perdão. 

"Eu percebi que vivo para amar você" 
Jairo Sarfati

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Nostalgia 2.600!

Is it love? 

Sempre agi com desdém quando o assunto era amor,
Como algo tão bonito poderia causar tanta dor?
Se o amor dói, eu havia escolhido certo. Nunca amar.
A vida já é demasiado difícil para se apaixonar.
Amar antigamente significava atrair certo sofrimento para mim.
Se o amor fosse um Deus. 
A esse eu era ateu. 
Hoje aqui estou eu, 
apaixonado.
Sinto-me estúpido. 
Como deixei isso acontecer?
Não consigo me lembrar de como você entrou na minha vida e me fez padecer.
Padecer nesse seu feitiço, nessa sua beleza encantadora.
O que é isso? Por quê?
Eu não consigo para de pensar em você.
Ó estúpido coração por que se apaixonaste?
Não me lembro de ter autorizado tal ato.
Teimoso coração, sempre sonhando. 
Bate mais forte quando tu estás aqui.
Eu tento fugir, mas não consigo. Pegou-me de jeito.
Por que meu coração bate tão forte quando te ver?
Viver sem ti? É melhor morrer!
É... estou apaixonado, escravo do amor.
Eu, um descrente do amor, apaixonado. Que ironia!
Se chegares a ler esse poema, saibas que não acredito no amor,
Mas acredito em nós dois. Isso é o bastante. 

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Há um ano e meio atrás eu escrevi esse poema, foi a partir desse poema que eu decidi o que eu queria ser quando "crescesse", havia decidido minha vocação. A partir desse poema eu não parei mais de escrever. Hoje estou em uma nostalgia sem fim, lembrando disso. Creio que se eu não tivesse começado a escrever hoje eu estaria completamente sem rumo, e ao remexer nas postagens antigas do blog me deu saudade do orgulho quase-infantil que eu sentia ao ler cada poema que eu escrevia. Mas sabe, esse orgulho quase-infantil? Pois é... ele cresceu, agora é um orgulho quase-adulto! Por que quase? Pois posso ter idade de um adulto, mas ainda não deixei de lado minha imaginação infantil. 
Por que imaginação infantil? 
Bem... um adulto olha para uma colher e vê apenas uma colher. Uma criança olha para uma colher e ela pode ser tudo o que ela quiser, uma varinha de condão, uma espada, uma mão de gancho, pode ser tudo. Então é assim que eu penso, uma colher só será uma colher se você quiser que ela seja uma colher. Porque se você deixar a sua criança interior liderar sua imaginação essa colher pode ser qualquer coisa. E eu acredito nisso. 
Um ano e alguns meses de blog, e já cheguei a marca de: 2.600 mil visualizações. E eu agradeço muito às visualizações, aos compartilhamentos, comentários e ao carinho das pessoas que acompanham meu blog. Vocês são de mais! 

domingo, 16 de junho de 2013

Flower Power


Você é minha flor. À noite se fecha para o mundo, esconde o melhor de si e chora. De manhã, toda orvalhada e encharcada de suas lágrimas noturnas, se abre para o mundo com sua beleza e então sorri. E então mostra o melhor de si para o mundo, que para ela é o sol e a natureza ao seu redor. 
Mas um dia chega a murchar, cair da haste e originar uma nova flor, uma flor com os mesmos sentimentos verdadeiros que ela tinha. Os mesmos medos, o medo do mundo, o medo da solidão e o medo do escuro. 
Ó que linda és tu, ó flor, que em toda tua delicadeza, mesmo com teus espinhos, é incapaz de machucar. Mesmo quando se é estraçalhada pelo mundo. 

Dia Feliz!

"MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: 
Tentar fazer várias coisas ao mesmo tempo causa cansaço mental. Ah, e se divertir também." 

Nossa, que dia foi esse, hein? Muito bom. O final de semana em si foi ótimo. Sábado fiz uma revisão do livro numa versão impressão não oficial. Além de um sonho que eu tive. 

"Eu havia de acordar, era uma manhã de uma quarta-feira qualquer. Estava cansado, suplicava mentalmente por mais alguns minutos em minha cama, mas eu tinha obrigações, eu deveria ir fazer coisas importantes. Então abri meu notebook, e o liguei. No banheiro escovei os dentes e então deixei a água escorrer meu corpo, pensando na vida e nas coisas que deveria fazer durante o dia. E a frase de motivação do meu dia a dia começou a pairar em minha mente: 'Quando se quer muito alguma coisa todo o universo conspira para que você consiga', e então quando acabei me vesti sentei em frente ao notebook para chegar meus e-mails. Rotina, uma enorme xícara de café com leite e uma torrada com requeijão estavam ao meu lado. Quando digitei a senha do computador me veio uma ideia maluca de ligar a webcam. Eu costumava ligá-la para gravar-me falando em outro idioma para consertar minha pronúncia. 
Dei uma mordida na torrada e um gole no café. Cliquei em gravar e então digitei a senha do meu e-mail. 
Eu não sei por que estou fazendo isso, pensei. E então havia um e-mail da minha editora, Letícia. 
- Que cedo, hein, Letícia? - murmurei. 
E então havia um texto enorme com algumas explicações e obrigações que os autores têm. Ao fim do e-mail havia um anexo. Quando abri o anexo dei um grito estrondante e então comecei a chorar. Eu gritava, dizia nomes feios, pulava e saltava da cadeira. Era a capa do meu livro!
Disse um nome feio e então comecei a chorar demasiado. Sentindo-me orgulhoso. Acordei todos da casa para ver a capa e fiquei com um enorme orgulho ao ver meu pai soltar uma lágrima de seus olhos negros. E então terminei meu café e fui para a autoescola, com um enorme sorriso no rosto e os olhos faiscantes." 

Pronto, eis aí meu sonho. Lindo né? Bem a partir de agora eu vou gravar todos os e-mails que eu abrir da editora. Isso pode ser uma ótima recordação no futuro. 
Hoje, domingo, fui para um evento em minha cidade. Eram as eliminatórias do concurso de dança que ocorrerá em Julho. Foi muito bom, confesso que estou sem voz. 
Nesse post eu vou citar nomes, porque sou vida loka. Eu queria agradecer ao Allan por ter passado o dia inteiro perto de mim, e obrigado pela comida, eu não havia almoçado. À Luana. Meu poeta da minha epígrafe, Hideki. Lih, Cibele, Natália, Hellany, Adelaide, Renato, Mariana, Yara, Aldemir, Raffa, Matheus O.,  Luka e Sarah, vocês foram uns amores. Também estou muito orgulhoso do meu grupo (Enigma) o qual eu sou Staff pelo quinto lugar. Fiquei muito orgulhoso deles. Bem é isso, post meio maluco. Mas obrigado por ler. 

PS. Não revisado por pura preguiça de quem escreveu. 

sábado, 15 de junho de 2013

Happiness

Nossa, que mês para passar voando. Ótimo! Eu não estou me aguentando de ansiedade. Agora nesse momento estou lendo o quarto livro da saga Harry Potter, (Harry Potter e o Cálice de Fogo), e estou acompanhando as notícias Brasil à fora. Estou impressionado, finalmente as pessoas estão usando a voz que que elas possuem. Estou numa onda de felicidade sem motivo. Trabalhando à toda em algumas coisas do meu livro, e lendo muito. Cinco livros em suas semanas, é uma tipo de record, mas a ansiedade me faz isso. 
Essa semana eu chorei de felicidade ao receber um e-mail: 

"Antes de seguir para a etapa atual fiz uma edição no Word. Estruturei muitos trechos que se faziam necessários e acabei, literalmente, me apaixonando pela obra." 

Eu fiquei completamente feliz com isso, mas por quê? Bem... pelo motivo de minha editora lê vários e vários livros ao ano, e algumas podem passar despercebidas e ela não gostar, etc. Mas ela ter se APAIXONADO pela história, é algo fantástico. Bem, estou muito feliz, e quero que essa felicidade dure um bom tempo. 
Um tempinho longe do blog, eu sei, desculpa novamente, mas estava ajeitando algumas coisas importantes. 
Obrigado! 


"Feliz, feliz, feliz, eu estou feliz!" 
Jairo Sarfati.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Who you are?

"Às vezes é difícil seguir seu coração, lágrimas não significam derrotas.
 Apenas seja verdadeiro e seja quem você é."

Com essa frase, extraída da música da Jessie J eu abro esse post. Bem, as coisas não estão fáceis ultimamente, a cada dia que passa do medo do futuro aumenta mais e mais. Creio que por ser esse ano o mais decisivo. Tenho que me achar, decidir o que eu quero seguir, o que eu quero fazer da minha vida. Esse ano é feito de escolhas, de tentativas e de lutas. Nossa... minha maior pressão sou eu que estou impondo a mim. Que maluco! E aqui estamos nós outra vez, acontecimentos do ano passado se repetem esse ano. Que metódico! Meus dias podiam ser diferentes e menos metódicos. Mas creio que a mudança tem de partir de mim e de mais ninguém. 
Eu tenho de seguir meu coração, sim, tenho. Mas às vezes é difícil, principalmente quando ele encontra-se completamente taciturno dentro do seu peito. Mas eu não devo me desesperar, isso sempre acontece, uma hora passa. 
Meu verdadeiro eu está em conflito de identidade. Sabe aquelas crises existências? Onde você sente que às vezes não vive, mas apenas existe? Pois é... às vezes me sinto assim, hoje por exemplo. Estou sem ânimo para quase nada, nem mesmo para ler, é um cansaço físico e mental. Isso me assusta! Mas é passageiro, já acaba. Mas alegre-se, Jairo, suas férias estão próximas. 16 dias, just fucking sixteen days! O mês de julho vai promete ser muito bom, promete ser o início de algo muito bom. Sem expectativas para não se frustrar, mas creio que pequenas coisas fazem uma felicidade imensa! Mas eis as felicidades momentâneas, mas que venha a verdadeira e perene! Que não se acabe de jeito nenhum. Julho será o mês em que me dedicarei mais a mim, e somente a mim e mais nada. E eu realmente preciso disso. PRECISO MUITO. Tempo para escrever, tempo para ler, tempo para se divertir e tempo para fazer divulgação. 
Há essa altura vocês já notaram que meu blog é uma espécie de diário, pois é, eis a ideia! Obrigado você que está lendo. 
Amanhã, farei uma matéria, não bem uma resenha, mas minha opinião sobre nada mais nada menos do quê: J. K. Rowling, depois de 10 anos desde a primeira vez que li Harry Potter, bem... eu estava devendo uma resenha para vocês, e então amanhã a farei. 
Então, você que já leu até aqui escute uma musiquinha e relaxe: 

domingo, 9 de junho de 2013

Storm

Há uma tempestade se formando em meu peito. Nas nuvens nubladas do meu coração, o céu que outrora fora vermelho agora é cinzento e quase tão escuro quanto as cores da mortalha de Banshee. Essa tempestade quer sair, devastar o que resta de mim, destruir tudo no caminho, me destruir. Mas que tempestade ruim. Agora questiono-me se tenho ao invés de um coração um furacão. Sim, meus caros, um furacão que devasta todo o meu ser, não deixando que eu me refaça, nem muito menos que eu possa ser feliz novamente. Aquelas tempestades horríveis em noites sem estrelas, onde o a beleza de um coração, que se iguala ao de uma estrela, está escondida atrás de muitas nuvens negras e cheias de algo que está prestes a derramar sobre o resto do corpo, algo chamado tristeza. Tempestades são tristes, são frias. Isso provoca um tom de desdém, meu coração está dando de ombros, sem se importar a mínima se estou bem ou não. Ele só quer saber se uma hora vai chover. 

terça-feira, 4 de junho de 2013

Ressaca do Mundo

Estava escrito nas estrelas que eu te amava. Parecia bem escrito, para ser honesto. Toda vida que olhava para o céu eu apenas via seu nome escrito em letras garrafais, ao lado havia "Eu te amo". Mas como saber se eu realmente te amo se não sinto o sangue quente correr em minhas veias. Apenas sinto a vontade cruel de abraçar o silêncio e o vazio, e não a vontade de estar perto de ti. Por que me evitas? Poxa... o silêncio e a solidão parecem-me o melhor bálsamo para tudo. Nada sacia o vazio em meu peito. Nada, e olha que eu já tentei de tudo. Até olhar as estrelas me fazem pensar em ti. Vejo teu nome e por um momento penso que lá estão teus olhos e sou lembrado da conexão de olhares naquele maldito lugar. Droga! Nada teria acontecido se eu não tivesse me perdido nos marrons de teus olhos. Mil vezes merda! 
Eu deveria estar feliz, tu está longe, não te vejo, me polpa o sofrimento de te ver. Sabe? Quero esquecer de tudo. Mas como esquece se nada aconteceu? Que droga hein? Eu deveria estar feliz, mas não sei o que me falta, mesmo com a maldita incógnita dentro de mim que grita: "O que te falta?" Ok, um questionamento casual, se não fosse seguido pela dor atroz no peito. Ver felicidade e não a ter é horrível, sabia? Mas por que não a tenho? Eu deveria estar feliz, mas não estou, estranho não acha? 
Odeio estar confuso, mas ultimamente só vivo assim. Não reclamo, e não julgo, mas sabe, eu gostaria muito de saber o que realmente me falta. Achar a última peça do quebra-cabeça que me compõe. 

Sete com S de sorte.

Alguém já morreu de tédio no meio da aula de biologia? Se não, eu quase fui o primeiro. Honestamente, eu consigo odiar Biologia mais do que odeio matemática. Olha... isso deveria ser um recorde! Aquele povo barulhento, pessoas dormindo, pessoas batendo fotos e pessoas preocupadas com coisas tolas tipo... futebol. Enquanto o professor dissertava sobre genética. O assunto mais chato do mundo. Mais cedo eu havia acabado de ler um exemplar do primeiro livro de Harry Potter, e agora estava no completo tédio. Debrucei-me sobre o livro e tentei resolver algumas questões... Olha essa é fácil. Droga! Estava errada. O professor retirou de dentro da sua bolsa uma pilha de provas. 
- E agora as notas das provas - anunciou. 
Ótimo, agora veria que todo esse tédio na aula de biologia se tornavam em mais uma nota baixa. Mas me surpreendi a ouvir meu nome sendo chamado, o menino que sempre é um número depois do mais inteligente da sala. Ótimo, sempre estive na sombra, nunca fui inteligente mesmo. E então eu fui chamado: 
- Número Vinte! - chamou. 
Todos ficavam observando no momento em que eu levantei da cadeira. Droga! Eu fiz barulho ao sair da cadeira. Foda-se todos estão me olhando na expectativa de eu estar com nota baixa novamente. Que mesquinhos, mas nem todos, alguns estão salvos. Bem a salvos! 
E então ao tocar aquele papel branco fechei meus olhos, aí vem bomba, pensei. Mas me surpreendi com uma nota sete. Como assim? Um sete? Dois setes no mesmo dia? Em duas matérias que eu odiava? 
- Tem certeza que corrigiu corretamente? - perguntei. 
- Sim - respondeu. 
Eu estava admirado com aquilo. Nossa um sete, com S de sorte. 
Eu odiava profundamente os alunos que usavam o wi-fi da escola em seus celulares modernos e pegavam respostas das provas. Eles sempre tiravam notas boas. Ou estudava, ou pescava, ou era sortudo. No meu caso era sorte, eu odiava biologia dois demasiado. Mas prestava atenção na aula, mas ok! Eu não consegui pegar o conteúdo. 
Em casa era pior, que apostila confusa. Foda-se!
O sinal tocou, saí correndo para casa, deitei-me à cama. Naquele momento o mundo poderia explodir, eu não ligaria. 
Chegava a odiá-lo. 

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Um pequeno texto meio maluco, mas é pela perspectiva de Andrew, ele é um leitor de mentes, sua personalidade é bem obscura. Por isso o título do livro é: Obscuridade. No texto ele descreve uma de suas aulas no seu dia a dia. É um romance, não digo mais nada. 

Galera... meu livro "Diário Póstumo de Charlotte" passou pela última copy desk, e agora está indo para a diagramação. Estou bem ansioso. 
Você que leu... Obrigado novamente. 
PS: O texto não está revisado por pura preguiça do autor. Um beijo. 

domingo, 2 de junho de 2013

Raio X - Diário Póstumo de Charlotte

Sei que ainda falta muito para Charlotte ser publicado, mas poxa... Menos de dois meses, próximo mês será dedicado apenas à divulgação da obra. Já já é julho o mês em que eu vou poder dizer que eu sou realmente um autor publicado. O momento em que eu mais sonhei. 
Em virtude disso... eu resolvi hoje fazer algo bem bacana, eu estava revirando as características dos meus personagens, são poucos, mas são na minha opinião perfeitos. E hoje vim fazer um raio X de personagens e de lugares. 


Vou começar com os lugares. A história se passa, em sua maioria, em Londres. Nossa personagem principal é inglesa, Charlotte mora no subúrbio de Londres, e sempre vai ao colégio de bicicleta, ela passa por alguns lugares marcantes. 
Os locais mais marcantes da história são: 

- Epping Forest, uma floresta há alguns quilômetros de Londres. 
- Tower Bridge, Charlotte a cruza todo santo dia para ir à Cambridge. 
- Big Ben, Charlotte costumava esperar seu único amigo, Victor, na frente do Big Ben, todas as manhãs. 
- Regent's Park, é um parque muito bem visitado em Londres. 
- Trafalgar Square, uma praça muito visitada por turistas em quase todas as épocas do ano em Londres. 


Apenas 21 capítulos se passam em Londres, há alguns capítulos que se passam em Paris, nas férias ela viaja para Paris, um lugar lindo. Em Paris se passam três capítulos, ou quatro se não me falhe a memória. 
Mas os locais mais marcantes são: 
- Le Louvre. 
- La Cousine. 
-Torre Eiffel.
Sem mais, senão estaria dando spoilers. 



Agora o Raio X dos personagens. 
Escreverei sobre eles, quem eu estava imaginando quando os criei. Alguns não estão tão fiéis à vida real. Alguns eu usei photoshop ou para mudar cor de cabelo, pele, olhos, ou para aumentar o rosto, engordar ao afilar. Então vamos lá: 

Mary Charlotte - Adele Adkins
Mary Charlotte, minha persona-gem principal e narradora da história. Ela nunca esteve nos padrões de beleza que a sociedade impunha, ela sempre esteve à baixo. Era chamada de feia e gorda. Mas de fato, ela era acima do peso, mas nunca foi feia. Para ela nunca foi tão fácil se fazer amigos, ninguém fazia esforço de sentar-se perto dela. E muito menos ela. Ela acabara de ser admitida em Cambridge, e as pessoas já tinham uma apatia por ela. Pelo fato de ela ser pobre e bolsista. 
Não há um momento no livro em que ela se descreva fisicamente, mas ela tinha o rosto redondo, os cabelos castanhos, os olhos mel, os lábios cheios e o nariz meio grande. Sempre fora acima do peso, e ela se importava um pouco com isso, já que não tinha autoestima alguma. 
Victor Phills - Logan Lerman 
Victor Phills, o recém transferido para Cambridge. Antes ele morava na Escócia com os pais, mas recentemente sua família se mudou para Londres, e ele fora aceito em Cambridge. Ele é o crush de Charlotte, e o único amigo dela.

"Um menino de cabelos negros, que combinavam perfeitamente com o formato de seu rosto, bastante alto e de olhos de um azul vibrante cruzou a porta. Sua pele era bastante clara, quase branca como neve, seu rosto era esculpido com talhes leves. Seu nariz era perfeito, era afilado e fofo. Ele era o menino mais bonito que eu já havia visto em toda a minha vida. Seus lábios carnudos abriram-se em um sorriso que quase cintilava.Victor acenou para todos e deu outro sorriso, um lindo sorriso, devo admitir. Seus dentes eram mais brancos do que neve. Ele disse “oi”, e sua voz era tão doce e serena quanto seu rosto." 

Sophia Laurie - Sasha Pieterse
Sophia Laurie, menina rica que estudava em Euston, mas após ficar doente deixa a escola, e é internada no hospital gravemente. (Narradora do próximo livro da saga), ela é demasiada bonita. E, é o corpo novo de Charlotte, após a morte sua alma é inserida nesse corpo. Em uma menina completamente diferente dela, mas ela nunca esquece quem ela realmente era. 

"Logo estávamos diante de uma menina de uma beleza singular, de pele branca e cabelos loiros. A cor dos olhos não poderia ser definida, já que ela estava desacordada." 

"No quarto havia um espelho, passei alguns minutos contemplando o corpo. Meus cabelos eram louros, lisos com cachos nas pontas, como aqueles feitos profissionalmente. Eles caíam como cascata em minhas costas até a minha cintura. O meu rosto era lindo, delicado, parecia aqueles rostos de meninas de capas de revistas como a Vogue. Eu não era alta, tinha em torno de um metro e sessenta, o corpo era tão curvilíneo que me lembrava os corpos daquelas modelos da Victoria’s Secret."

Bella Bernard (anjo) - Suri Cruise
Bella Bernard, a menina anjo que é responsável pelos enigmas para Charlotte, ela é bem cômica e misteriosa, sem deixar seus traços infantis e fofos de lado, eu adoro isso nela. É uma das personagens que eu acredito que tenham ganhado vida própria. Ela já chegou a tirar meu sono, sem brincadeira, e só parou de pairar em minha mente depois que eu a escrevi em um conto. Bem, era o conto de sua vida. E é nesse conto onde o seu nome é revelado. Até então na narrativa seu nome não havia sido revelado. 

"E deparei-me com uma criancinha loira de olhos grandes de um azul-celeste, semelhantes aos olhos de Victor. Nunca em toda minha vida eu havia visto criança mais bonita. Melhor dizendo, em toda aquela minha existência patética, nunca havia visto criança provida de tal beleza."

Nina Blue - Simone Simons
Nina Blue, é a melhor amiga de Sophia após a reencarnação. Ela é sem dúvida a personagem mais misteriosa da história, e é a incógnita que só é fechada no último capítulo, mas que tem um papel muito importante na narrativa. Além de esconder segredos, muitos segredos. 
Não há um momento na narrativa em que a Charlie (nome diminutivo de Charlotte), ou como chama Nina; Soph, pare para descrever Nina completamente, ela apenas a descreve em retalhos ao longo da narrativa. Com a característica do cabelo vermelho -cereja bem presente. Os olhos azuis, e a pele extramente branca. 
Ela desenha muito bem, o que chama a atenção das pessoas. 

Bem pessoal, esse foi o raio X dos meus personagens, espero que tenham gostado, e espero que leiam a narrativa para lê-los, e lembre-se: Deixe sua imaginação criá-los. 




Time to rest!


Sabe que um tempo longe é bom?? 
Eu pude finalmente organizar ideias em minha mente, limpá-la da loucura do dia a dia, e de problemas pessoais. Foi um final de semana todo para descansar, e eu gostei. Embora eu tenha sentido falta de alguém para conversar, trocar palavras com um gato preto que estava em seu quintal não é nada interessante. Mas poxa... o gato me observava enquanto eu lia sentado na grama! Que esquecido, mas ele era lindo. Dei até um nome para ele: Salém! Seu nome era Salém. Quando anoiteceu eu peguei um pouco de leite e um pouco de comida e água, e deixei para ele. Era tão fofo. Dava vontade de trazer para casa. Mas por uma pena ele desaparecera se sábado para domingo. Esperava ainda vê-lo. 
Eu finalmente terminei a coleção de "As Bruma de Avalon", o último que faltava era o quarto; O prisioneiro da árvore. E por fim, comecei a ler A pedra Filosofal, foi uma maré de Nostalgia enorme! E sim, eu ainda espero minha carta para Hogwarts. 
Assisti um bom filme, e escutei algumas músicas. Fim! Esse foi meu feriado.