Há uma tempestade se formando em meu peito. Nas nuvens nubladas do meu coração, o céu que outrora fora vermelho agora é cinzento e quase tão escuro quanto as cores da mortalha de Banshee. Essa tempestade quer sair, devastar o que resta de mim, destruir tudo no caminho, me destruir. Mas que tempestade ruim. Agora questiono-me se tenho ao invés de um coração um furacão. Sim, meus caros, um furacão que devasta todo o meu ser, não deixando que eu me refaça, nem muito menos que eu possa ser feliz novamente. Aquelas tempestades horríveis em noites sem estrelas, onde o a beleza de um coração, que se iguala ao de uma estrela, está escondida atrás de muitas nuvens negras e cheias de algo que está prestes a derramar sobre o resto do corpo, algo chamado tristeza. Tempestades são tristes, são frias. Isso provoca um tom de desdém, meu coração está dando de ombros, sem se importar a mínima se estou bem ou não. Ele só quer saber se uma hora vai chover.
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