Foi no crepúsculo de um dia qualquer que eu te conheci, não sei bem ao certo se eu me apaixonei por ti à primeira vista, ou foi depois de um tempo de amizade, mas creio que isso não convém pois eu lhe amo da mesma forma. Mas uma ponta da angústia é o que eu tenho, angústia por não ter coragem, por ser um completo covarde por não lhe mostrar todos os textos que pra ti eu escrevi. Isso me consome, às vezes eu começo a chorar sem motivo algum, acho que é apenas medo, medo de ti perder e medo de você nunca me pertencer, medo por ser esse covarde estúpido. Quero que saiba que eu nunca serei um covarde quando for para dizer que TE AMO, isso eu não tenho medo. Sabe do fundo do meu coração eu queria ser corajoso o suficiente para dizer tudo o que eu sinto, tudo o que meu peito guarda. Mas se você chegar a ler o que eu escrevo irá saber um parte. Corajoso para lhe mostrar todos esses versos que pra ti com carinho fiz, já cogitei presentear você com eles, mas eu sou covarde, não sabia?
Quero que saibas que no primeiro piscar de olho teu eu correria léguas e léguas ao teu encontro, não importa onde e eu lhe beijaria como se não houvesse uma segunda vez, esse seria a concretização de um sonho, eu não seria mais covarde, eu seria apenas seu naquele momento, sem medo algum.
—IH.
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